30 Abril 2008

Bom Dia (Outra Vez!)



Zeep - Keep an Eye on Love

Dia de sol, dia de bossa nova revisited. Lembra-se provavelmente de Nina Miranda e de Underwater Love, um single de sucesso de uns tais Smoke City, algures no início da década. Ela agora está mais familiar, casou com Chris Franck, um dos outros elementos da banda, e o casal passou a chamar-se Zeep. Dedicado a todos os que ainda não chegaram lá e nem sequer tentam.

29 Abril 2008

Bom Dia! (Noutra Semana)



Mahala Raï Banda vs Shantel - Mahalageasca

Ao ponto a que as coisas chegaram, aos mais diversos níveis, o melhor mesmo é continuar com estes posts de índole musical e exótica, e deixar para quem gosta ou tem queda o bate-boca das caixas de comentários.

24 Abril 2008

Bom Dia! (Noutro Dia)



Minimatic ft. Juliette P. - Take on Me (with a Martini)

Bom dia com dedicatória ocidental. Já a Sul, discute-se a presidência do PSD e eu nem quero imaginar no que estarão a pensar os senhores da Lapa. Boa Primavera!

23 Abril 2008

Presunção

Lista única em S. Miguel.
Berta Cabral é a única candidata às eleições para a Comissão Política de Ilha do PSD em S. Miguel.
RDP/A, noticiário das 13h00

Presumo que a isto, os mesmos que falam em unanimismo no PS, chamarão solidez e união partidária.

Intervenção no XIII Congresso Regional do PS/A

NOTA: Todas as ideias contidas na intervenção que se segue (caso haja de facto alguma ideia) são minhas e não foram copiadas do pensamento e ideário do Dr. Costa Neves.

Em ano eleitoral, com a questão da liderança do partido resolvida (e bem resolvida!) de forma atempada e categórica, e com a tranquilidade própria de quem cumpriu o que prometeu, é natural que haja quem queira que o presente Congresso do Partido Socialista dos Açores seja encarado como um mero evento de calendário, uma obrigação estatutária cumprida com algum enfado.

Não leram – é óbvio – a Moção de Orientação Política Global subscrita em primeiro lugar por Carlos César; não estão habilitados a reconhecer o seu carácter arrojado e inovador; não querem – provavelmente – admitir que o PS, mais uma vez, prova ser capaz de assumir a sua condição de novo partido de sempre, ou se preferirem, de partido sempre novo!

Há também, como temos verificado nos tempos mais recentes, quem, ainda que reconhecendo a valia da nossa acção nos últimos 12 anos, prefira nostalgicamente o lado reflexivo e contemplativo da política, mesmo que isso possa significar uma muito consistente e ideologicamente fundamentada estadia na oposição.

Felizmente, temos – como já comprovamos no decorrer do presente Congresso – meios humanos, capital político, experiência e ideias suficientes para renovarmos a confiança que os açorianos depositam em nós. Esta é, sem dúvida, a verdade evidente deste Congresso e que gostaria de relevar perante os camaradas.

O PS de hoje tem por incumbência agregar os valores imutáveis da sua nobre tradição histórica e ideológica às novas exigências, necessidades e prioridades dos açorianos. Já provamos, por diversas vezes, que o fazemos bem – eu diria mesmo mais, que o fazemos melhor do que a concorrência. Para continuarmos a fazê-lo de modo a merecer a confiança dos açorianos, é preciso que revigoremos o nosso tradicional espírito reformista, nas políticas e na mensagem, mas também nas pessoas, na abrangência da nossa acção política e na convivência e parceria com personalidades externas ao partido.

Quem se afirma reformista não deve – não pode! – querer ser reformista sozinho e apenas nos seus termos.

O PS Açores é hoje o único partido da Região capaz de suscitar esperança, de mobilizar vontades, de agregar aspirações, as nossas e as dos que connosco colaboram – esse é, caros camaradas, um trunfo nosso; não é defeito, não é mania; é uma virtude própria dos partidos dinâmicos, modernos, dos partidos vencedores. Algo que deve ser celebrado e não desvalorizado.


A oposição que temos não tem esse suposto problema (para mal dos seus pecados, diria eu!). A oposição que temos tem, aliás, um problema diametralmente oposto: o de não conseguir motivar e mobilizar os seus próprios militantes. Por isso, caros amigos, é que se refugia nas críticas à nossa pretensa descaracterização, por isso é que apelida a nossa dinâmica de abrangência de actuação interesseira.

Durante algum tempo, assumindo-se herdeira de uma espécie de direito divino a mandar nos Açores, julgou que seríamos uma moda, passageira por natureza. Mais tarde, e porque a suposta moda não havia maneira de passar, passou a considerar-nos uma espécie de gripe australiana – não deixa de ser uma gripe embora dure um bocadinho mais tempo. Agora, vendo que nós continuamos cá e que os açorianos continuam connosco, fia-se no tempo, no tempo poético que tudo cura, no tempo que justifica as incapacidades deles, o seu atavismo, o seu imobilismo, o seu já praticamente irremediável afastamento do pulsar dos Açores e do sentir dos Açorianos.

O PSD de hoje é, ao contrário do partido que aqui celebramos, um força política agarrada à lógica dos cargos parlamentares e ao apelo dos lugares dirigentes.

As caras são as mesmas de sempre – uma Presidente da Câmara e eterna Vice-Presidente de um qualquer Presidente de partido, por exemplo, não deixa de ter no currículo a pasta das Finanças da época em que as Finanças Públicas pior estiveram na Região, não deixa de ter sido administradora de uma SATA subdimensionada e incapaz de se afirmar no mercado e não deixa de ter pertencido à Administração da EDA do início dos anos 90, com tudo o que isso implica em termos de gestão pública.



As propostas políticas, caros camaradas, também são as mesmas de sempre, com a agravante de agora parecerem muito mais passadistas do que pareciam há 20 anos atrás – como se comprova, por exemplo, pela proposta esdrúxula da criação de Planos de Desenvolvimento de Ilha, na melhor tradição dirigista de outras latitudes.

Até os tiques são os mesmos de sempre. Os Açorianos sabem-no, nós temos plena consciência, mas eles próprios serão, felizmente, os últimos a saber.

Senhor Presidente do Congresso,
Senhor Presidente do PS/Açores,
Caros Camaradas,

Há mais de uma década, o PS e Carlos César mereceram a confiança dos açorianos porque foram capazes de fazer crer que era possível conceber e implementar um outro modelo de sociedade para os Açores, uma sociedade sem barreiras às ideias, aos talentos e às capacidades de cada um, uma sociedade aberta em termos políticos, sociais e económicos.

Na altura, o PS ofereceu aos açorianos uma nova liderança: idealista, enérgica, reformista – assente num programa político moderno, que pensava os Açores para os Açorianos e não para uma meia dúzia de figuras e entidades.

Hoje, caros camaradas, perante a liderança de Carlos César, renovada e legitimada directamente por todos os militantes, perante a ousada e qualificada moção de orientação política global que agora apreciamos e perante este Congresso empenhado e vigoroso, sinto – mais, SEI – que a mudança continuará, que será possível e bem sucedida e que será feita por nós, em favor da nossa terra e da nossa gente!!!

22 Abril 2008

Bom Dia (outra vez)!



Ben Lee - We're All in This Together

Apesar do tempo, votos de bom dia com recurso a música de inspiração pacifista, dedicada em particular aos quinhentos e vinte seis candidatos à Presidência do PSD. Com a entrada na corrida de Manuela Ferreira Leite, tenho para mim que Costa Neves vai reconsiderar e pedir a alguns candidatos para virem aos Açores.

21 Abril 2008

Bom Dia!



Parov Stelar - Chambermaid Swing

Com votos de um bom dia e dedicatória especial a todos aqueles que não se convencem de que o mundo gira sem eles, apesar deles ou sem sequer saber que eles existem.

17 Abril 2008

Umpfhhhh!!!!

Umpfhhhh! Arghhhhhh! Ughhhh!

Nota: Este post é uma tentativa desesperada de manter uma promessa. Disse que não falava mais e não falo, na medida em que falar pressupõe a compreensão mínima do receptor. De qualquer modo, se falasse, seria impróprio para famílias.

16 Abril 2008

Política Benta

Antes de pisar solo americano, Bento XVI resolveu improvisar uma conferência de imprensa no avião da Alitalia que o conduzia aos Estados Unidos, para lamentar, com um monitor em função GPS por trás, os casos de abuso de menores envolvendo padres católicos americanos.
Não tenho do Papa uma visão romântico-religiosa. Sei que assume um papel cada vez mais politizado e que o Vaticano é, sobretudo, um Estado, mais do que a materialização do Paraíso Celeste na terra. Contudo, ainda acho que devem existir limites e que a atitude do Papa ultrapassou o aconselhável ao representante máximo de Deus na Terra.
Se tivesse rezado pelas vítimas ou se tivesse feito uma contrição pública pela forma como a Igreja Católica lida com as questões de pedofilia há décadas, eu teria percebido e reconhecido no gesto uma atitude benta. Agora convocar uma conferência de imprensa improvisada, horas antes de chegar aos EUA, para aliviar a pressão mediática negativa da visita, sem ter por um momento assumido a culpa colectiva da instituição Igreja Católica, ao mesmo tempo que procurava culpar os indivíduos que, na pele de padres, abusaram de menores, isso já me parece política a mais, e da má.

O que nunca vai ler nos jornais # 1

Fernanda Câncio substitui Mota Amaral na Presidência do Instituto Sá Carneiro.

15 Abril 2008

Autonomia "Trampolim"

A Autonomia segundo o Dr. Neves.

14 Abril 2008

Não falo mais de futebol (este ano)

Não há mais nada que se possa dizer sobre o Glorioso esta época. A suprema ironia, teceu-a a Académica, a briosa do meu pai, da minha irmã. Antes assim. FIM

05 Abril 2008

Uma série de coisas que eu não percebo, acho eu...

O Benfica está em segundo lugar do campeonato. Quando o Guimarães joga primeiro, toda a comunicação social diz que o Benfica tem de "recuperar o segundo lugar". Ora, quando na mesma jornada e se o Benfica ainda não jogou, não tem de recuperar nada. As contas só se fazem depois de jogarem todos.

O FCPorto "sagrou-se hoje campeão". Ora, se o Benfica ganhar amanhã faz 47 pontos, ficando a 16 pontos do Porto. Faltam disputar 15 pontos mas o Porto corre o risco de perder 6, o que colocaria a vantagem em 10 pontos com 15 por disputar. Ou seja, até à decisão final da Liga de Clubes, o Porto não ganhou coisíssima nenhuma.

Percebe-se agora porque foi tão importante para o FCPorto ganhar ao Leixões e ao Belenenses nos últimos dois jogos, com dois foras-de-jogo e um penalti mais que duvidoso e para lá da hora: são os seis pontos de multa por ter corrompido um árbitro, os tais que este ano não fazem falta quase nenhuma e que são uma vergonha para o que resta do futebol português.

04 Abril 2008

Caro Nuno

A história, amigos comuns e percursos que se foram cruzando, aqui e ali, fizeram-me relativamente amigo do Nuno Barata. Mantenho essa apreciação da nossa relação, embora tenha muita dificuldade em aceitar como legítimas e bem-intencionadas as intervenções públicas (selectivas e, por vezes, profundamente hipócritas) do Nuno, particularmente no blog.
Sei que levas a sério, Nuno, a questão do contador de visitas e que só tens "mercado" se fores agressivo, outsider, desalinhado, desbocado, chocante e comentador de ti próprio. É um estilo e uma estratégia. Por vezes, vais além do admissível, como foi o caso da sugestão (quase cândida) de que alguém teria metido dinheiro ao bolso com a escolha dos aviões que tu próprio consideravas serem os melhores há alguns meses atrás.
Não se pode, em democracia, sugerir corrupção, deitando um manto suspeitoso para cima de uma imensidão de pessoas, sem fundamentar e sem justificar de forma aceitável. Isso é o que fazem os regimes omnipresentes, como nos comprova a história, ou aqueles que pretendem fazer ruir tudo para construir o que quiserem.
Não estou a falar de política ou de partidos, estou a falar de decência, de honra, de carácter e de respeito pelos outros.
Caro Nuno, não me parece que tenha perdido o tino ou o senso. Parece-me que estou a pensar bem e que tenho o direito de pensar mal, mas não de o fazer às custas da honra de ninguém.

Caro Barata...

Eu não percebo nada disso mas...

Há cerca de 2 anos congratulava-me aqui com uma notícia do então Jornal dos Açores sobre a decisão do Governo em avançar com a renovação da frota da SATA ainda antes das SCUT. Aconteceu ao contrário, infelizmente. Tal como escrevi na altura, o ATR 72 não é a melhor escolha já que o seu Maximum take-off weight, reduz-lhe o espaço de carga para cerca de 10,6 m3 e 22 toneladas de MTW, contra as 28 toneladas do seu mais directo concorrente o Dash 400, produzido pela Bombardier. Todos sabemos o problema que é escoar mercadoria e até mesmo a bagagem dos passageiros, das Ilhas mais pequenas.
Além disso, os ATR foram testados e recusados há 17 anos. Fará sentido repescar uma solução quase 20 anos depois?


# posted by Nuno Barata às 9/28/2007 10:35:00 PM

Assim de repente

Não tenho tido tempo para o blog e para os blogues em geral. De qualquer modo, e assim de repente, pelo que vi e li, processava judicialmente o Barata se fosse parte envolvida no processo de selecção da nova frota da SATA Air Açores, e fechava na mesma sala, para troca de ideias, o Dr. Estêvão e os autores do estudo da ERC.

Também pergunto

QUE PLURALISMO POLÍTICO QUER A ERC?
Pedro Lomba

“Se o alinhamento dos telejornais da RTP segue a agenda do Governo e dos partidos, porque não concluir que isso representa sobretudo falta de imaginação e qualidade do trabalho jornalístico? Se o Governo tem mais tempo de antena do que o PSD, porque não dizer que o PSD não tem direito natural à notícia e que, em certos casos, sempre que Menezes diz asneiras isso até lhe poderá ser vantajoso?"

Para não ter de ouvir e ler 50 posts do Dr. Estêvão sobre a minha sabujice, prefiro citar Pedro Lomba, em artigo hoje publicado no Açoriano Oriental, e com quem concordo inteiramente, o que raramente acontece.

02 Abril 2008

Dos Tops # 2



Sam Sparro - Black and Gold

Em época de desilusão com o novo dos Gnarls Barkley, surge Sam Sparro, nº4 do UK Chart Show, para compensar. Pode ser um dos êxitos dançantes do Verão que virá.

01 Abril 2008

O Blog da Sara

A Sara terminou recentemente o curso da Escola Hoteleira do Hotel S. Pedro. Foi, entretanto, seleccionada para ser a primeira representante dos Açores num programa integrado de formação em Orlando, Florida, Estados Unidos, numa parceria do Governo Regional e do Consulado dos EUA, com a Disney e a Rosen School of Hospitality da Universidade Central da Florida.
Por isso, fez um blog, que vai tentar manter actualizado, sobre a sua experiência nos EUA. Muito boa sorte!