05 Maio 2008

FIM



Joan as a Police Woman - The Game of Life

Este foi um Blog Tipo Assim,. A vocação continua por encontrar, mas a paciência também se esgota. Chegou a ser um prazer. Até à próxima.

30 Abril 2008

Bom Dia (Outra Vez!)



Zeep - Keep an Eye on Love

Dia de sol, dia de bossa nova revisited. Lembra-se provavelmente de Nina Miranda e de Underwater Love, um single de sucesso de uns tais Smoke City, algures no início da década. Ela agora está mais familiar, casou com Chris Franck, um dos outros elementos da banda, e o casal passou a chamar-se Zeep. Dedicado a todos os que ainda não chegaram lá e nem sequer tentam.

29 Abril 2008

Bom Dia! (Noutra Semana)



Mahala Raï Banda vs Shantel - Mahalageasca

Ao ponto a que as coisas chegaram, aos mais diversos níveis, o melhor mesmo é continuar com estes posts de índole musical e exótica, e deixar para quem gosta ou tem queda o bate-boca das caixas de comentários.

24 Abril 2008

Bom Dia! (Noutro Dia)



Minimatic ft. Juliette P. - Take on Me (with a Martini)

Bom dia com dedicatória ocidental. Já a Sul, discute-se a presidência do PSD e eu nem quero imaginar no que estarão a pensar os senhores da Lapa. Boa Primavera!

23 Abril 2008

Presunção

Lista única em S. Miguel.
Berta Cabral é a única candidata às eleições para a Comissão Política de Ilha do PSD em S. Miguel.
RDP/A, noticiário das 13h00

Presumo que a isto, os mesmos que falam em unanimismo no PS, chamarão solidez e união partidária.

Intervenção no XIII Congresso Regional do PS/A

NOTA: Todas as ideias contidas na intervenção que se segue (caso haja de facto alguma ideia) são minhas e não foram copiadas do pensamento e ideário do Dr. Costa Neves.

Em ano eleitoral, com a questão da liderança do partido resolvida (e bem resolvida!) de forma atempada e categórica, e com a tranquilidade própria de quem cumpriu o que prometeu, é natural que haja quem queira que o presente Congresso do Partido Socialista dos Açores seja encarado como um mero evento de calendário, uma obrigação estatutária cumprida com algum enfado.

Não leram – é óbvio – a Moção de Orientação Política Global subscrita em primeiro lugar por Carlos César; não estão habilitados a reconhecer o seu carácter arrojado e inovador; não querem – provavelmente – admitir que o PS, mais uma vez, prova ser capaz de assumir a sua condição de novo partido de sempre, ou se preferirem, de partido sempre novo!

Há também, como temos verificado nos tempos mais recentes, quem, ainda que reconhecendo a valia da nossa acção nos últimos 12 anos, prefira nostalgicamente o lado reflexivo e contemplativo da política, mesmo que isso possa significar uma muito consistente e ideologicamente fundamentada estadia na oposição.

Felizmente, temos – como já comprovamos no decorrer do presente Congresso – meios humanos, capital político, experiência e ideias suficientes para renovarmos a confiança que os açorianos depositam em nós. Esta é, sem dúvida, a verdade evidente deste Congresso e que gostaria de relevar perante os camaradas.

O PS de hoje tem por incumbência agregar os valores imutáveis da sua nobre tradição histórica e ideológica às novas exigências, necessidades e prioridades dos açorianos. Já provamos, por diversas vezes, que o fazemos bem – eu diria mesmo mais, que o fazemos melhor do que a concorrência. Para continuarmos a fazê-lo de modo a merecer a confiança dos açorianos, é preciso que revigoremos o nosso tradicional espírito reformista, nas políticas e na mensagem, mas também nas pessoas, na abrangência da nossa acção política e na convivência e parceria com personalidades externas ao partido.

Quem se afirma reformista não deve – não pode! – querer ser reformista sozinho e apenas nos seus termos.

O PS Açores é hoje o único partido da Região capaz de suscitar esperança, de mobilizar vontades, de agregar aspirações, as nossas e as dos que connosco colaboram – esse é, caros camaradas, um trunfo nosso; não é defeito, não é mania; é uma virtude própria dos partidos dinâmicos, modernos, dos partidos vencedores. Algo que deve ser celebrado e não desvalorizado.


A oposição que temos não tem esse suposto problema (para mal dos seus pecados, diria eu!). A oposição que temos tem, aliás, um problema diametralmente oposto: o de não conseguir motivar e mobilizar os seus próprios militantes. Por isso, caros amigos, é que se refugia nas críticas à nossa pretensa descaracterização, por isso é que apelida a nossa dinâmica de abrangência de actuação interesseira.

Durante algum tempo, assumindo-se herdeira de uma espécie de direito divino a mandar nos Açores, julgou que seríamos uma moda, passageira por natureza. Mais tarde, e porque a suposta moda não havia maneira de passar, passou a considerar-nos uma espécie de gripe australiana – não deixa de ser uma gripe embora dure um bocadinho mais tempo. Agora, vendo que nós continuamos cá e que os açorianos continuam connosco, fia-se no tempo, no tempo poético que tudo cura, no tempo que justifica as incapacidades deles, o seu atavismo, o seu imobilismo, o seu já praticamente irremediável afastamento do pulsar dos Açores e do sentir dos Açorianos.

O PSD de hoje é, ao contrário do partido que aqui celebramos, um força política agarrada à lógica dos cargos parlamentares e ao apelo dos lugares dirigentes.

As caras são as mesmas de sempre – uma Presidente da Câmara e eterna Vice-Presidente de um qualquer Presidente de partido, por exemplo, não deixa de ter no currículo a pasta das Finanças da época em que as Finanças Públicas pior estiveram na Região, não deixa de ter sido administradora de uma SATA subdimensionada e incapaz de se afirmar no mercado e não deixa de ter pertencido à Administração da EDA do início dos anos 90, com tudo o que isso implica em termos de gestão pública.



As propostas políticas, caros camaradas, também são as mesmas de sempre, com a agravante de agora parecerem muito mais passadistas do que pareciam há 20 anos atrás – como se comprova, por exemplo, pela proposta esdrúxula da criação de Planos de Desenvolvimento de Ilha, na melhor tradição dirigista de outras latitudes.

Até os tiques são os mesmos de sempre. Os Açorianos sabem-no, nós temos plena consciência, mas eles próprios serão, felizmente, os últimos a saber.

Senhor Presidente do Congresso,
Senhor Presidente do PS/Açores,
Caros Camaradas,

Há mais de uma década, o PS e Carlos César mereceram a confiança dos açorianos porque foram capazes de fazer crer que era possível conceber e implementar um outro modelo de sociedade para os Açores, uma sociedade sem barreiras às ideias, aos talentos e às capacidades de cada um, uma sociedade aberta em termos políticos, sociais e económicos.

Na altura, o PS ofereceu aos açorianos uma nova liderança: idealista, enérgica, reformista – assente num programa político moderno, que pensava os Açores para os Açorianos e não para uma meia dúzia de figuras e entidades.

Hoje, caros camaradas, perante a liderança de Carlos César, renovada e legitimada directamente por todos os militantes, perante a ousada e qualificada moção de orientação política global que agora apreciamos e perante este Congresso empenhado e vigoroso, sinto – mais, SEI – que a mudança continuará, que será possível e bem sucedida e que será feita por nós, em favor da nossa terra e da nossa gente!!!

22 Abril 2008

Bom Dia (outra vez)!



Ben Lee - We're All in This Together

Apesar do tempo, votos de bom dia com recurso a música de inspiração pacifista, dedicada em particular aos quinhentos e vinte seis candidatos à Presidência do PSD. Com a entrada na corrida de Manuela Ferreira Leite, tenho para mim que Costa Neves vai reconsiderar e pedir a alguns candidatos para virem aos Açores.

21 Abril 2008

Bom Dia!



Parov Stelar - Chambermaid Swing

Com votos de um bom dia e dedicatória especial a todos aqueles que não se convencem de que o mundo gira sem eles, apesar deles ou sem sequer saber que eles existem.